Numa das maiores
manifestações públicas dos últimos 30 anos, esta segunda-feira entra para a
história e deixa um rastro de interrogações. Em São Paulo, onde os protestos
reuniram 65 mil pessoas, novo ato está marcado para hoje.
Mais de 200 mil
pessoas foram às ruas em 11 capitais brasileiras nesta segunda-feira, 17 de junho de 2013, numa das
mais massivas manifestações públicas dos últimos 30 anos. Foram 100 mil no Rio
de Janeiro; 65.000 em São Paulo; 10.000 em Brasília. E multidões em Porto
Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Vitória, Curitiba, Maceió, Fortaleza, Belém e
diversas outras cidades do país. Segundo o Estadão Conteúdo, no total, as
passeatas reuniram 230 mil pessoas em todo o país.
A data entra para os
livros de história e deixa um rastro de interrogações. O cardápio de
reivindicações dos manifestantes era amplo e difuso: mais investimentos na
saúde, mais dinheiro na educação, transporte público barato, fim da corrupção,
rejeição do projeto de emenda constitucional que retira poderes de investigação
do Ministério Público – e ainda questões locais.
Elas se organizaram
espontaneamente, sobretudo por meio da internet, e rejeitaram a tutela de
qualquer grupo político – em contraponto com as marchas que lhes serviram de
estopim, orquestradas nos dez dias anteriores em São Paulo por radicais de
esquerda que criaram uma atmosfera de conflito na cidade. Na capital paulista,
aliás, um novo ato está marcado para esta terça-feira. O ponto de encontro será
às 17 horas, na Praça da Sé. (Da Rev. Veja).




Nenhum comentário:
Postar um comentário
ATENÇÃO LEITOR: O Blog não se responsabiliza pelas opiniões e comentários. Em geral, o nosso Blog não analisa nem endossa o conteúdo dos comentários, principalmente os comentários postados pelo Facebook; Não permitimos o uso de linguagem ofensiva, spam, fraude, discurso de violência, comportamento violento ou negativo, conteúdo sexualmente explícito ou que invada a privacidade de alguém.
IMPORTANTE: Este Blog aceita comentários anônimos mas repudia a falsidade ideológica. Recomendamos aos leitores utilizarem o seu nome, sobrenome e e-mail (caso tenha algum), dos quais sejam legítimos para identificação.
Seu comentário será enviado para o moderador.