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terça-feira, 17 de março de 2020

UM EXEMPLO DE SUPERAÇÃO!





A TRAJETÓRIA DA VIDA DO MENINO QUE SURGIU DAS CINZAS, BATEU A POEIRA E DEU A VOLTA POR CIMA! 



(1) – EDSON BATISTA DOS SANTOS E A BATALHA PELA SOBREVIVÊNCIA
A personagem principal que figura nesse texto é o japiense EDSON BATISTA DOS SANTOS. Ele é filho de Maria Cassiano da Paz e neto da saudosa Salvina Maria da Conceição (Madrinha Salvina Cassiano da Paz), a parteira de Japi que mais atuou nessa bendita missão (auxiliar as mulheres na hora do parto) na zona rural e urbana de Japi nas décadas de 50 a 70 do século passado. Tanto, que 95% dos filhos da cidade que nasceram nesse período foram assistidos (“pegados”) por ela. Nesse tempo essa geração pedia a bênção a ela, quando na ocasião o chamava de Madrinha Salvina.
Edson Batista dos Santos nasceu de uma família muito humilde. Por isso ele é uma pessoa muito simples, carismática, atenciosa e prestativa. É também uma das tantas outras pessoas que contribuíram e que ainda contribuem para o progresso dessa terra. Tem uma visão desenvolvimentista voltada para a cultura, educação, religião e defende um crescimento socioeconômico dentro de uma perspectiva geradora de emprego e renda para o município de Japi.
É evidente que hoje todos nós japienses reconhecemos que o conterrâneo Edson Batista é um cidadão bem-educado, estruturado e que sobe e ainda sabe organizar, criar e educar muito bem sua família. Porém, no contexto de vida em que ele nascera e fora criado as coisas não foram assim. A saber, ele foi criado num lar aonde nunca teve a companhia de um pai na sua vida diária para lhe ajudar, incentivar, exemplificar e orientar. Da infância a juventude morou com sua mãe e mais três irmãos em algumas casas muito simples, e ainda mais, essas casas eram cedidas por um curto tempo. Assim, num determinado período da vida dele, quando tinha de 02 a 07 anos de idade sua mãe (Maria Cassiano) saiu da cidade e foi morar com a mãe dela (a pateira) na zona rural, no sítio Fazenda Japi, próximo ao “sangrador” do açude do saudoso Francisco Medeiros Sobrinho, de frente à casa da Senhora Siri Cândido e, portanto, nesse período (de 02 a 07) ele foi criado juntamente com seus irmãos na casa da avó, Madrinha Salvina Cassiano, aonde moravam seus primos, José Cassiano e Maurício Cassiano. É importante saber que Edson é o primogênito da família de Maria Cassiano e talvez tenha sido por isso que, ainda quando menino assumiu o papel de homem e de mulher donos de uma casa. Foi assim que nesse tempo ele ajudou a sua mãe a criar os três irmãos.
A mãe dele, sem ter ao certo de onde adquirir o pão de cada dia para alimentar a família, quando começava o inverno, quase todos os dias se embrenhava de mata a dentro para trabalhar no campo, em roçado de lavoura que era arrumado para trabalhar de meia (sistema funcional agrícola da época), e também, por vezes ela saia ao mato à procura de algum tipo de fruta da região para auxiliar no alimento das crianças. Veja os tipos de frutas que ela encontrava no mato: frutas de imbuzeiro (imbu), frutas de palma e de xiquexique, ou vara de xiquexique para comer assada. Por fim, na ausência da mãe era Edson quem ficava cuidando da casa onde ele e seus irmãos moravam.  
Nos dias em que o menino Edson ficava sozinho e responsável pelas tarefas de casa, Ele executava as seguintes tarefas: fazia mingau e dava aos pequeninos, dava banhos e trocavam as roupinhas deles, botava-os para dormir, varria a casa, lavava os objetos que sujavam e depois de ter findado as tarefas de casa ficava só esperando sua mãe chegar do trabalho. Quando sua mãe chegava do roçado, após comer alguma coisa, costumeiramente ele ia até os pés das Serras e dos serrotes em busca de lenha para cozinhar em casa ou buscar umbu. Á tarde o menino ia pegar água no açude do saudoso Francisco Medeiros ou no rio do saudoso Zé Medeiros. Às vezes era com uma lata ou com um improvisado galão nos ombros.
Aos 8 anos, como era muito difícil para o menino Edson comer algum tipo de massa, principalmente pela manhã, tendo em vista que a mãe dele não tinha condições de comprar nada, por iniciativa própria, começou a vender pão num balaio todos os dias pelas ruas da cidade de Japi, isso a partir das quatro horas da manhã. Vale dizer que ninguém havia mandado ele vender pão. A iniciativa veio dele próprio orientado por Deus, cuja atividade marcou o início de um novo paradigma na vida dele: ser remunerado pelo seu 1º trabalho e ter seu próprio dinheiro. Além do dinheiro, ele também conseguia levar pães todos os dias para ele e para todos de sua casa saborear com o café que Maria Cassiano fazia. Com isso, daí para frente, muito otimista e alegre passou a viver mais feliz e cheio de esperança na vida com a ajuda do Criador.  
 Aos 9 anos começou a fabricar pirulitos e salgadinhos. A tarde saia vendendo-os nas ruas da cidade. Também, nos finais de semana ele comprava 100 ou 200 bananas aos brejeiros que passavam pela cidade nas sextas-feiras e, durante a semana, tanto ele vendia em casa como também saia vendendo pelas ruas. Vale salientar que nessa época, embora vendesse outras mercadorias Edson continuava vendendo pães num balaio todas as manhãs. Era de fato um menino dedicado e esforçado na luta pela sobrevivência dele e de sua família. Com essa experiência no setor comercial Edson já estava preparado para atuar como um bom comerciante na sociedade, porém a principal profissão que ele se dedicou foi ensinar.
Aos 10 anos começou a trabalhar na lavoura de algodão. Nessa nova batalha ele conseguia mais dinheiro e ajudava muito na feira de casa. Isso acontecia no período da colheita que se dava entre os meses de julho a outubro.

Aos 12 anos de idade aprendeu a tocar violão e aos 15 já era considerado pelos japienses como o melhor tocador de violão da cidade até aqueles dias. Ele era de fato tendente a música. A saber, quando ele tinha 15 anos organizou uma pequena banda a qual tocava todas as noites na área da casa de sua mãe. Ali se reunia todos os componentes que eram: Edson, João Pedra, Julinho Paulinho, Chico Palitô, Cambra de Zé do Brejo, Milton de Zé Damião e Waldemilson. O nome da banda era: “Os Assentados”. Quando ainda adolescente tocou em circo. A saber Zé da Lapa. Isso por volta dos anos 80. Nesse tempo ajudou a criar a banda Luar do Sertão (em Japi), cuja pertencia ao cantor: Cleiton de Paula. Ainda nos anos 80 ele fez parte de outras bandas como: SKorpions (de Santa Cruz), Notáveis (de Tangará), e ainda ajeitaram para contratar ele para tocar na banda Xodó (de Natal). Foi Edson quem colocou o cantor Ednaldo dos Santos, filho de Manoel de Gringo no mundo da música, Dinda seu irmão e orientou muito o cantou Cleiton de Paula. Com esses três artistas Edson tocou várias festas. Edson ensinou e inspirou muitos outros jovens a tocarem instrumentos de cordas como violão, guitarra e contrabaixo. Ainda no tempo de sua adolescência tocou em circo para alguns artistas como: Giliard e Evaldo Freire. Edson foi o 1º filho de Japi a sair tocando em bandas ou conjunto musical assim. Ver o livro (JAPI TERRA QUERIDA, pags 329 a 331).

 Na época em que predominou a grande oferta de emprego e renda nos campos de algodão Edson sobreviveu ganhando dinheiro apanhando algodão. Após o fim da produção algodoeira na localidade de Japi, não tendo outra opção ele começou a bater tijolos sozinho e vendia aos 
moradores da cidade. Com o dinheiro que conseguia da venda de tijolos construiu uma casa para sua mãe. Enquanto investia na construção da casa, ainda sobrava um pouquinho de dinheiro que dava para ajudar no alimento da sua família: Sua mãe e seus irmãos. Segundo Edson essa foi a tarefa mais pesada de sua vida, Porém, pelas evidências demonstradas pode-se afirmar que Deus estava no controle da vida desse adolescente. Quem conviveu com ele, trabalhando pertinho dele nas olarias de tijolos foi “o senhor, Jaime Dantas, ” um dos pioneiros da Igreja Adventista de Japi. Ele é uma testemunha viva de tudo isso. Segundo Jaime era de fato admirável aos olhos de todos nós o sucesso do menino Edson como olheiro. Apesar de ser um menino, homem nenhum sozinho fazia o que ele fazia e como fazia. Era como se fosse um milagre.
Convém dizer, que apesar de ter surgido de um meio muito pobre era visível a todos da época a mão do Criador dos céus protegendo o menino homem, com saúde e sabedoria. Tudo que o menino Edson fazia prosperava como hoje ocorre com a mangueira do seu muro. Tudo era sucesso, produtivo e abençoado. Aliás, até hoje é uma bênção na sociedade. Quase tudo que ele realiza na comunidade japiense é admirável, educativo e produtivo.
Quem conviveu com ele no tempo de criança, como: Xavier de Leôncio, Camba de Zé do Brejo, João Pedra, Santana Art, Bainha de Zé do Brejo, Maria de Leôncio e Da luz mãe de Santana podem testemunhar tudo isso e muito mais. Fale com essas pessoas! E, quem é vivo e vive em Japi, ainda hoje pode comprovar as bênçãos de Deus na vida dele. Certa vez, o jovem Doda, irmão de Santana Art disse: “Você já observou que tudo que Edson faz em Japi é bonito, é produtivo e dá sucesso? ”  É o poder de Deus abençoando o que ele pensa, deseja fazer e realiza em Japi. Edson falou que: “Mais projetos virão e os que viverem verão!!!”



  (2) -  FORMAÇÃO EDUCACIONA L:    


Quanto aos seus estudos não houve nenhum incentivo diretamente por parte de seus pais e de ninguém da cidade aonde nascera e crescera, a não ser dele mesmo e do Deus que confia. Para tanto, em meio a tantas adversidades, um processo educacional formal, social e religioso foi se agrupando a ele, com bons princípios, os quais transformou o pequeno menino Edson Batista num cidadão de bem e preparado para desenvolver o mundo ao seu redor.
Foi a partir dos sete anos de idade que despertou nele o interesse pelos estudos. Isso ocorreu no mesmo período em que também ele começou a trabalhar em outras atividades, na batalha pela sobrevivência, fatos já citados antes. Para isso ele tinha de conciliar as duas melhores tendências: Trabalhar e estudar. Cujas o caracterizaram como um cidadão japiense “trabalhador, cheio de conhecimento e de boas atitudes”, as quais o capacitaram a ponto de ser ele o autor e escritor da maior e mais importante obra literária do município de Japi. Trata-se do livro “JAPI TERRA QUERIDA” Que tem levado ao Brasil e ao mundo a verdadeira história de Japi-RN e incentivado a muitos jovens a leitura e a formação cultural dessa gente.
                                                                                                                                                  
                                                                        

O Livro de Japi



Um ponto que nos chama bastante a atenção é saber que nunca a mãe dele nem ninguém havia mandado ele trabalhar e nem estudar. Isso foi iniciativa dele mesmo e certamente da vontade de Deus. Umas das fortes características que sempre esteve presente e que podemos ver constantemente em Edson são: atitude, presença, perseverança, coragem, humildade, solidariedade e alegria. Ele nunca se entristeceu e nem se tornou inercio diante das tantas dificuldades que surgiam diante dele quando criança e até os dias de hoje. Com tantos obstáculos que ele enfrentou para sobreviver nunca desanimou e nem desistiu de seus sonhos. Na dúvida decidiu trabalhar e estudar invés de sair mendigando e pedindo pão a outras pessoas da cidade. Desde que se entendeu de gente e percebeu que nada tinha além da vida, lutou sozinho pela sua própria sobrevivência e também ajudou ativamente a sua mãe e a seus irmãos. Com tanta experiência familiar construiu uma bela família e educo-a no caminho de Cristo, da educação e da cidadania brasileira. O exemplo de superação e de resistência será o maior legado que Edson Batista deixará para seus descendentes e para todos os jovens de Japi.
Embora Edson já estivesse completando quase 8 anos de idade, ainda nesse tempo não sabia sequer o que era estudar. A mãe dele, uma dona de casa semianalfabeta, nunca havia se interessado para matricula-lo numa escola antes. Talvez pela dificuldade que passara. Outro, naquele tempo não havia nem um programa social governamental que ajudasse e incentivasse aos menos favorecidos da sociedade a estudar e claro, também não havia nenhuma obrigatoriedade para estudar. Ademais, ainda vivíamos a um meio aonde perpetuava um pensamento arcaico e agrícola, voltado para o meio rural. Percebe-se que o dom de batalhar e de vencer que Deus deu a Edson é uma marca que ele traz consigo desde sua infância e certamente ele o levará consigo até a eternidade.  
A partir dos 10 anos de idade, quando começou a trabalhar na colheita do algodão, nos “picotes”, lugar que fica a três quilômetros e meio de distância para a cidade, nesse tempo ele saia de casa de quatro da manhã e, em meio a batalha, quando marcava 12 horas nos relógios ele parava a atividade no campo e voltava correndo a direção da cidade para estudar a 4ª série. Às vezes não dava nem tempo para o menino almoçar pois, a aula começava de uma hora da tarde e por causa da longa distância às vezes ele chegava um pouco atrasado. Isso foi muito duro para a vida de uma criança. Embora tudo isso, nos domingos, quando ele acabava de receber o dinheiro que havia ganhado durante a semana, se enchia de alegria por poder realizar seu maior prazer: entregar o dinheiro todinho a mãe dele. Vale dizer, que nessa época a professora era dona dele era Irene Barbosa. Outros colegas de aula que também trabalhavam nos picotes com ele eram: Sarará irmão de Chicopela e Antônio Nicolau pai de Elizama e Elizelma.
Com pouco mais de 15 anos, enfrentou novos grandes desafios. Foi quando começou a abater tijolos e também começou a estudar o ginásio (5ª a 8ª série) na cidade de Santa cruz. Nesse tempo não tinha em Japi o ensino do ginásio que hoje é representado pelo ensino fundamental. Só havia da 1ª a 4ª série (o primário). Esse foi mais outro grande teste para o adolescente Edson Batista.
UMA BARREIRA HUMANA: O transporte era um Jeep descoberto e quase não cabia os alunos que iam dentro. Talvez tenha sido por causa disso que alguns dos estudantes que iam no Jeep quase não aceitaram Edson no meio deles. Ou talvez porque quem ia dentro do carro só eram pessoas da elite japiense do momento, ao contrário de Edson que era um menino muito pobre. Por isso era um pouco excluído e humilhado, mas mesmo assim persistiu porque ele nunca desistiu de seus propósitos por mais que sejam muito difíceis. Aliás, isso é uma característica dele.
Em meio a esse difícil obstáculo (de estudar em Santa Cruz) Edson não desistiu. Para ele era mais uma aventura. Continuou a estudar e concluiu até o ensino do 2º grau enquanto passava muita fome e trabalhava (bater tijolo) num serviço muitíssimo pesado para um adolescente de apenas quinze anos e mais, quase nunca tinha o que jantar. Nunca teve o prazer de fazer um lanche em Santa Cruz aonde estudava, enquanto os outros companheiros que andavam com ele no carro os pais davam dinheiro a eles. Esses alunos além de jantarem muito bem, todos os dias, depois que saiam do colégio, por volta das 10 horas da noite faziam um lanche do bom e do melhor e ele, o pobre Edson se contentava apenas em olhar, ficar com mais fome, dá o “goute” e fazer de conta que não via nada.
Embora assim, todas essas provações não foram suficientes para baixar a alta estima do adolescente Edson, que enquanto isso, nesse mesmo tempo durante o dia, quando ele tinha apenas 16 anos de idade passava por outro grande teste. Foi quando ele começou a trabalhar com muita fome numa das mais duras atividades da terra: bater tijolos. Fazia e vendia. Da venda dos tijolos que ele sozinho fazia construiu uma linda casa e deu para sua mãe. Embora fosse muito pobre materialmente era muito rica de coragem, inteligência e de bênçãos. Para Edson o que importava era trabalhar e estudar.
A medida em que o tempo ia passando, acompanhar o progresso da sociedade, suprir as necessidades exigente em cada etapa da vida, passar por todos os obstáculos que iam surgindo em sua frente e conseguir o objetivo esperado, quando para isso teve que andar por caminhos cheios de pedras e espinhos desde que era uma criança e até hoje quase sozinho foi e ainda é um teste muito difícil para todo aqueles que não desistem de seus bons sonhos. Embora tenha sido assim, naquele tempo, o menino Edson, aquela criança que nascera das cinzas, sem a companhia, atenção, carinho, orientações e cuidados de um pai, sobreviveu aos mais terríveis ataques contra a sua vida desde quando ainda era recém-nascido. Porém, pela graça do Criador do Universo ele cresceu e se tornou um grande guerreiro. A sua história hoje é de fato um exemplo de superação. Motiva e encoraja a outros que também assim como ele nascem das cinzas, a não desanimarem. Ser persistente e ir atrás de seus sonhos. Para Edson o melhor caminho é: Confiar em Deus, trabalhar, estudar e lutar por seus objetivos e não esperar só pelos outros. Confiar em 1ºlugar em DEUS, na sua força e capacidade e ir à luta em busca de seus ideais.
A tarefa de estudar em Santa Cruz não foi nada fácil! Além da fome, poucas condições, falta de roupas adequadas, falta de produtos como perfume e desodorante, quando no carro em que ia todos os dias para Santa Cruz, por motivo circunstancial ficava juntinho e espremido no meio de algumas pessoas orgulhosa, que também iam dentro do sufocante carro que era descoberto quando todos levavam poeira, ventania, frio e chuvas. No período do inverno era mais difícil ainda, quando chovia todos se molhavam e, uma vez por outra o carro ficava do outro lado de um rio ou riacho que estava cheio de água. Os mais afoites enfrentavam os perigos das enchentes e passavam pelas águas dos riachos quando estavam bem cheios e seguiam a pés até chegar à sua casa. Outros resolviam ficar até o outro dia no local em que o carro parava. Nada disso foi possível para o sonho de Edson. A medida que ia crescendo Deus continuava abençoando o menino e com isso ele se fortalecia mais ainda.

DEUS ABENÇOA EDSON E SEUS FILHOS NOS ESTUDOS, TORNANDO-OS PROFESSORES:
Assim, quando completou 18 anos Edson concluiu o 2º grau, com 19 anos Deus que tudo pode, providenciou um emprego de professor para ele, quando nesse mesmo ano foi contratado pelo Estado e começou a lecionar na Escola E. Cel. Manoel Medeiros II, em 1989 foi aprovado em 1º lugar num concurso de professor. Para comprovar tudo isso ele foi premiado com uma coleção de livros de inglês doado pelo NURE hoje DIREC, por ter sido o mais bem pontuado. Esse concurso foi realizado na gestão do então governador Geraldo Melo, em 1990, portanto a partir do então ele passou a exercer 2 vínculos de professor na rede estadual: Vínculos 1 e 2. Ainda nesse mesmo ano de 1999 submeteu a uma prova de vestibular na área de Pedagogia (Universidade do Vale do Acarai) quando entre mais de 1000 candidatos inscritos ele foi o candidato mais pontuado de toda a microrregião da Borborema Potiguar, fato esse que foi manchete de jornal que foi divulgado durante uma semana na rádio santa Cruz. Veja a manchete: “O candidato mais bem pontuado do vestibular em pedagogia realizado na cidade de Santa cruz em 1999, foi o japiense Edson Batista dos santos”. Em 2000 foi aprovado no curso de “letras” pela UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), então deixou o curso de pedagogia e concluiu o de Letras, quando em 2004 se formou e se tornou graduado em licenciatura plena. Em 2005 fez um curso de capacitação em língua espanhola pela UnP (Universidade Potiguar), na cidade de Currais Novos. Como se pode observar, são evidentes as bênçãos e a proteção de DEUS na vida e nos projetos desse iluminado homem! A bênção do SENHOR dos Exércitos está se cumprindo nele. Assim diz o Senhor: “Abençoarei tu e tua descendência” veja na foto a baixo e comprove isso:  



(3) - COMO POLÍTICO:
Como ele participava muito com eventos culturais na cidade, haja vista que foi ele quem trouxe pela 1ª vez a Japi alguns eventos comemorativos, cujos veremos mais à frente ainda nesse texto. Por causa disso a população em especial os jovens pediram que ele saísse candidato à vereador. Atendendo à solicitação do povo de Japi ele saiu candidato em 1996 e foi eleito nesse mesmo ano. Depois, em 2004 e 2008 quando foi o vereador mais bem avaliado e votado do município de Japi. Em 2012, quando era o presidente da Câmara, um grupo político da oposição lutou muito para que ele fosse candidato a vice-prefeito. No início ele não quis aceitar, porém depois aceitou o convite e saiu candidato à vice na chapa com o candidato a prefeito Jodoval Pontes. Por causa disso, em 2012 Edson apoiou a sua esposa, Francisca Francineide Arcanjo dos Santos, candidata à vereadora e foi eleita.
Edson fez uma brilhante carreira na vida política. Como legislador é autor de mais 50 requerimentos e mais de 10 projetos de Lei. Foi um grande defensor do povo. Hoje ele é visto pela população como um dos melhores políticos de Japi.
Edson foi e ainda é visto como o cidadão político mais presente no meio do povo. Não só com a presença física ou com palavras, mas também com ações sociais solidárias e concretas como os eventos que ele idealizou, criou e realizou durante os períodos em que atuou como vereador e depois que desistiu de ser político desde 2012, fatos que é população é testemunha.
A baixo irei tentar transcrever alguns dos projetos dele que foram executados por alguns prefeitos e também alguns fatos atuais que ele mesmo vem executando junto à população de japi com recursos próprios. Ele promete e faz. Por isso o povo confia em suas promessas

PROJETOS EXECUTADOS:
1 – Durante o 1º mandato conseguiu uma televisão para a rua Manoel Nicolau, (rua do Rela ou rua da televisão).
2 – Ainda no 1º mandato através de um requerimento e de um projeto conseguiu com o então prefeito na gestão que se deu nos anos 1997 a 2000 uma linda televisão, cuja foi instalada na praça central da cidade, de frente à casa do professor Roberto César;

3 – Em 1997 foi autor do requerimento que mais tarde foi transformado num projeto da quadra poliesportiva do Alto São Sebastião. Isso foi uma batalha muito severa que ele travou com então prefeito desta época, que embora não tenha sido concluída o dinheiro foi depositado na conta.

4 – Autor dos projetos que nomearam: a rua Abdias Julião (o pai de Djair) no Alto de São Sebastião;

5 – Da rua João Joaquim (o avô de Santana Art), também no Alto de São Sebastião;

6 – Da rua João Batista (o pai de Edson Batista) a rua que vai para a casa de Tantico, também no Alto de São Sebastião;



7 – Através de um requerimento de Edson que mais tarde foi transformado num projeto, ele conseguiu colocar as lamparinas com sistema elétrico no Assentamento Milagre, na gestão do então prefeito Robinho.


8 – Requerimento que Edson elaborou e foi aprovado por todos os vereadores em 2010 e que mais tarde se transformou em um rico projeto. Foi o que levou água para o Alto de São Sebastião. O projeto que sai da rua que mora o ex-vereador Ivan de Oliveira, passa em frente ao Japi Clube cujo havia de ter iniciado depois parou na cabeça da ponte, por alguns anos. O projeto foi reiniciado graças a uma grande luta de Edson e de outros companheiros. Vale dizer que quem começou a executar esse projeto foi o então prefeito Robinho, atendendo à solicitação do Batista, ex-vereador Edson, mas foi reiniciado e concluído em 2018 na época de uma campanha à nível estadual.
9 – Em 2015 o ex-vereador Edson Elaborou um requerimento que mais tarde foi transformado em projeto, cujo solicitava do então gestor que ele afastasse um metro da parede do muro do grupo escolar, Luiz Gomes que fica no Alto de São Sebastião para dá acesso a passagem do carro do lixo e foi executado. Justificativa: o morador Tantico, primo de Edson, cobrou a Edson que fizesse esse pedido ao então prefeito Robinho, porque alguns moradores estavam colocando lixo dentro do terreno dele que ficava por trás. Apesar do requerimento ter sido elaborado por Edson, quem colocou no plenário da Câmara municipal foi a então vereadora Francineide, esposa de Edson. 

Existem outros projetos que Edson elaborou, foi aprovado na Câmara, porém não foram executados pelos gestores municipais. De fato, fazer requerimento, ofícios, projetos, até que vereador faz e por vezes a maioria são aprovados nas Câmaras municipais, mas todos sabem que quem sanciona e executa, se quiser, é o gestor municipal, isso é raro prefeito executar ou atender pedido de um vereador, quando é desse gênero. Edson pode até se gloriar pois, foi o vereador na história política de Japi que mais conseguiu ver serem executados por prefeitos, vários projetos de autoria dele, como é o caso dos que foram citados anteriormente no texto.

REQUERIMENTOS DO EX-VEREADOR EDSON BATISTA:
Aqui vou citar alguns dos principais requerimentos que Edson levou ao plenário da Iglezias casa legislativa de Japi, cujo Foram aprovados pelos colegas vereadores e alguns executados pelos prefeitos:
1 - Requerimento de Nº 01/99 de março de 1999 que solicitou do então prefeito Tarcísio Araújo de Medeiros que ele desse aumento igualitário a nível do salário mínimo federal a todos os funcionários do município e o prefeito atendeu à solicitação do vereador Edson Batista. Vale ressaltar que no então algumas categorias já recebiam o salário mínimo, porém faltavam outras. E, como foi atendido o então prefeito Tarcísio Araújo foi o 1º gestou a pagar legalmente o salário mínimo em Japi a todos os funcionários públicos.
2 - Requerimento---/99 que solicitava uma banda marcial do então prefeito Tarcísio Araújo de Medeiros. Ele atendeu, comprou a banda e entregou ao então vereador Edson Batista. Edson que era professor na ativa organizou o primeiro e maior desfile até o então. Também, essa foi a 1ª banda marcial da cidade.
3 - Outro importante requerimento aprovado e atendido, foi o que Edson solicitou ao gestor do município uma antena parabólica e uma TV grande colorida para a praça central da cidade e, ele foi atendido. Logo depois de ser instalada todos os aparelhos a TV virou a maior atração da cidade, que combinava com a linda praça que havia sido construída por Francisco Medeiros Sobrinho.
4 - Requerimento de Nº 03/97 de 23 de maio de1997 que solicitou do então prefeito a construção de uma quadra de esporte para a cidade haja vista que até o então não existia aonde os jovens praticarem esportes. Vale salientar que nesse tempo era o ex-vereador Edson quem organizava todos os torneios e campeonatos na cidade. “Foi Edson quem fez o primeiro torneio esportivo de Japi”. Embora a obra tenha sido iniciada”. Segundo algumas pessoas os recursos foram poucos para concluir a obra e, por isso, começaram, chegou a ser coberta, mas não terminaram a construção.  Essa obra ficava no Alto de São Sebastião.

5 - Um requerimento que solicitava do então gestor municipal Róbson Wanderley de Medeiros, as iluminarias para o Assentamento Milagres, cujo foi atendo e executado pelo prefeito. Até hoje o povo desse sítio agradece ao ex-vereador Edson por esses e outros feitos.



6 - Requerimento Nº 00/2005 que solicitava um chafariz para o Alto da Capela e um ramal para o sítio Pedra preta.
7 - Requerimento de Nº 00/2010 que solicitou do então prefeito Róbson Wanderley de Medeiros, o ramal da adutora que sai da rua Vergílio Costa e leva água para o Alto da Capela. De tanto o ex-vereador cobrar ao então prefeito, ainda nesse mesmo ano de 2010 o gestor o transformou em um projeto e, através dele conseguiu uma emenda com o então governador do Estado, Iberê Ferreira de Souza, que era candidato a reeleição nesse ano. No final da campanha Iberê caiu nas pesquisas, e como o convênio era eleitoreiro, segundo o gestor municipal as verbas que foram liberadas só deram para levar a obra até a cabeça da ponte do lado de cá. Assim, antes da eleição a referida obra já estava parada e só foi reiniciada e concluída em 2014 também numa eleição estadual. Graças a esse requerimento que foi elaborado pelo o ex-vereador Edson e ter sido atendido pelo prefeito de Róbson Wanderley Medeiros em 2010. Por fim, Edson foi quem ficou tentando reativar o projeto juntamente com seu primo Tantico, a força de Deus e a ação do ex-deputado federal Jacó.
8 - Requerimento de Nº 00/2011 que solicitava a construção de um posto médico no sítio Casinha. Esse requerimento foi feito por Edson e aprovados pelos vereadores exatamente no dia em que houve uma audiência pública no auditório da câmara municipal de Japi. Vale dizer que nessa audiência o principal tema e discurso da pauta foi sobre os limites territoriais do município que antes pertenceram ao município de Japi. Essa audiência pública foi planejada, organizada e executado pelo então presidente da Câmara, Edson Batista dos Santos e contou com a presença de vários prefeitos e representantes de órgãos importantes ligados ao assunto como: SEARA, IBEGE e FETARN. 

9 - Outro importante requerimento que Edson fez e foi aprovado por todos os vereadores ainda na gestão do então prefeito Róbson Wanderley de Medeiros, foi o requerimento que solicitou a gravação da música do Hino Municipal de Japi/RN.
A MÚSICA DO HINO DO MUNICPIPIO DE JAPI FOI FEITA POR EDSON BATISTA E IVOTE FÉLIX
10 - Requerimento que solicitou a construção de uma creche para a comunidade de Queimadas
Vale dizer que aqui só foram citados alguns requerimentos!

(4) – OS GRANDES EVENTOS MUNICIPAIS QUE FORAM CRIADOS, INOVADOS E EXECUTADOS POR EDSON BATISTA, DURANTE E APÓS ELE SER VEREADOR EM JAPI ATÉ HOJE:

1 -  Edson também contribuiu para o desenvolvimento do município em vários setores culturais. A saber, foi o primeiro que realizou filmagens de eventos na cidade. E, foi ele quem trouxe a primeira filmadora á Japi. É o único japiense que tem um arquivo de documentários fotografados e de vídeos no município.

2 - Inovou e reestruturou o desfile cívico do dia sete de setembro no município. Isso aconteceu no ano de 1999, fato esse que já foi citado em capítulos anteriores.

3º - Foi o primeiro japiense a organizar um torneio esportivo na cidade. Isso se deu no de 1995 e 1996. O maior deles ele organizou no ano de 2004, no rio Jacu quase debaixo da ponte, exatamente aonde hoje há muitos capins, na parte oriental da ponte para quem sai da cidade com destino a cidade de Santa Cruz. Nesse dia ele doou 5 ternos aos times que participaram.
4 - No dia 18 de maio de 2005 Edson organizou e realizou com sucesso a 1ª comemoração em homenagem a Emancipação Política de Japi desde 1959. Nesse dia ele trouxe para Japi vários eventos e modalidades esportivas as quais foram realizados junto à população que o aplaudiu de pé e, tudo foi pago por Edson Batista. Embora essa 1ª comemoração tenha sido um sucesso, a maior que Edson fez foi a que ele organizou no ano de 2000, quando o então prefeito Tarcísio Araújo de Medeiros confiou nele e entregou a ele toda a organização dos eventos que ocorreram pela manhã, pela tarde e pela noite. O prefeito pagou toda as despesas, mas ficou agradecido organização e pelo sucesso que ouve.

5 - Organizou a maior festa de concluintes de Japi até os dias atuais. Nesse dia ele trouxe a banda grafith que era o maior sucesso do Estado.
6 - Foi Edson quem idealizou, organizou e realizou as primeiras viagens escolares para a cidade de Natal. Os estudantes iam aprender mais culturas nos seguintes lugares: Aeroporto, Forte dos Reis Magos, Museu Câmara Cascudo, instituto Histórico e Geográfico do RN e praias potiguares.
7 - Fez a música do Hino do município, juntamente com a professora Ivonete.
8 - Em 2018 Edson publicou o 1º livro que conta toda a história do município de Japi. Uma obra impar e de grande importância para a cultura do Município. O livro incentiva a leitura e ao conhecimento cultural.
 (5) - AGORA EDSON DESENVOLVE VÁRIOS PROJETOS SOCIAIS JUNTO À POPULAÇÃO DE JAPI QUE SÃO MANTIDOS COM SEUS PRÓPRIOS RECURSOS ECONÕMICOS. VEJAM:
1º - Plantações, doações de árvores frutíferas em especial pés de mangueiras e de frutas;




2º - Doações de sexta básica e materiais escolares aos mais carentes;





3º - Doações de documentações que são gagos: RG 1ª e 2ª vias, C profissional, título eleitoral
4º - Doações do livro que conta a história de Japi incentivando a leitura e a cultura.



TUDO ISSO QUE VIMOS NO TEXTO, EVIDENTEMENTE COMPROVA DE FATO QUE EDSON É UM CIDADÃO ATITUDES SOLIDÁRIAS E É UM CIDADÃO PRESENTE NO MEIO DO POVO. “O POVO JÁ SABE QUE ELE FAZ O QUE PROMETE PORQUE TUDO QUE PROMETE FAZ”

(6) - A LUTA DO EX-VEREADOR PARA TRAZER ÁGUA PARA OUTRAS PARTES DA CIDADE. (Leia o livro (“Japi terra querida. ” pags. 156 a 163)
A guerra do ex-vereador Edson Batista dos Santos em defesa da comunidade japiense começou em 1997 quando ele assumiu pela primeira vez o cargo de vereador do Municipal de Japi-RN. Desde aí ele vem lutando por melhoria qualidade de vida e pelo desenvolvimento socioeconômico para todos os setores do município, porém o texto que irei descrever aqui a baixo irá relatar as lutas do ex-vereador em busca de água para algumas áreas que mesmo depois da água da adutora ter chega a cidade ficaram por muitos anos sem serem abastecida por meio de canalização.
1º - A BATALHA DE EDSON BATISTA EM 2006 E BUSCA DE ÁGUA PARA O BAIRRO DE SÃO SEDASTIÃO
É muito importante e relevante saber que para hoje toda a população do Bairro de São Sebastião (Alto da Capela) terem água em suas casas, diretamente nas torneiras foram necessárias muitas lutas. Nessa guerra se envolveram algumas pessoas do bairro de também alguns políticos. Entre tantos que lutaram, quero aqui sem nenhum exagero citar e parabenizar a coragem, a persistência, a fé e a esperança do ex-vereador Edson Batista dos Santos que para conseguir ver água nas torneiras das casas do Alto da Capela, Pedra Preta e conjunto Silvina Guedes teve que defender o direito dessa gente por mais de 10 anos. E mais, durante toda essa luta ele foi humilhado, criticado e mal visto por alguns políticos por todo esse período.
A guerra pela busca da água para o Bairro de São Sebastião teve seu início a partir de 2006 quando Edson Batista travou mais uma longa batalha com muita coragem e persistência, com o propósito de levar água às áreas que ficaram desabastecidas por um período de 10 anos em várias partes da cidade enquanto havia água noutra parte. Por causa dessa ferrenha luta do então Edson para defender os direitos do povo, na campanha de 2008 um candidato a vereador da situação insatisfeitos sem poder barrar a força, a determinação e o reconhecido apoio que a população dava ao então vereador Edson Batista, se conteve em chamá-lo de “arrancador de canos. ” Isso porque dias antes Edson trouxe a Japi uma equipe da FUNASA, ou seja, os representantes do referido órgão Federal a Japi para averiguar o descaso do projeto mal executado da água da adutora na cidade. Quando os representantes averiguaram tudo considerou convincente a reivindicação de Edson e, portanto, eles determinaram que o caso ia para a justiça e que o vereador arrancasse qualquer gambiarra ou canos que forem enterrados na cidade sem seguir as normas contidas no projeto. Ver na referência (Livro Japi Terra Querida, nas notas de rodapés pags. 157 e 158). REVISAR
Convém dizer que no início de 2012, antes das eleições, Edson Batista então presidente da Câmara, juntamente com o então prefeito Róbson Wanderley de Medeiros e outros vereadores como: João Maria (Bico de Pato), Xixico e outras lideranças foram à sede da CAERN em Natal para cobrar água para o restante das ruas da cidade. Vale dizer ainda que em 2012 Edson não fazia parte do grupo político do então prefeito. Ele se juntava ao grupo com o propósito de ajudar a conseguir trazer água para o Bairro de São Sebastião.
Em dezembro de 2012, logo depois das eleições ainda como presidente, Edson convidou o ex-candidato da oposição Jodoval Ferreira e seus aliados políticos e foram a sede da CAERN, porém também não conseguiram êxitos. O diretor da CAERN disse que não havia recurso para concluir a obra. Disse também que havia no seu gabinete um baixo assinado que continha os nomes de quase todos os moradores do Bairro e que quem organizou aquele documento tinha sido a professora Núbia, moradora do referido bairro.
Embora parecesse ser muito difícil para o povo da Capela ter água da adutora nas torneiras de suas casas, Com a ajuda do Deus do universo que faz tudo no seu tempo, em 2014 tudo deu certo. Graças a Deus, a persistente luta do vereador Edson, do seu primo Tantico, a Jodoval e a determinação do ex-deputado federal Jacó quem no final tomou a frente e resolveu o problema.
VEJAM DETALHADAMENTE: No início de 2014, após as eleições municipais, quando já haviam se passados exatamente dois anos e se aproximavam as eleições estaduais, os dois primos, Edson e tantico recomeçaram a mesma luta por água.
Tantico morador do Alto de São Sebastião não se conformava em ver os canos passarem no centro da rua principal daquele bairro e ter que comprar todos dias tambores cheios de água a pessoas que vendiam nas casas daquela localidade. Então, um dia ele se aproximou de seu primo, o então vereador Edson Batista e disse: Vamos lutar para trazer água para cá Edson! Então Edson falou para o primo o quanto era difícil e o quanto já havia sofrido juntamente com alguns políticos em busca desse objetivo e até aquele momento não havia conseguido. Na ocasião Edson falou do ramal que o então prefeito Robinho havia iniciado e não havia concluído ainda, mas tinha barrado na cabeça da ponte e que todo o material para concluir estava guardado numa garagem.
Vendo por aí uma solução, Tantico se animou e pediu a Edson para falar com o prefeito. Um dia Edson viu o então prefeito na casa de um amigo que é conhecido pelo nome de Nascimento. Aí, Edson saiu apressado e imediatamente foi chamar Tantico e os dois foram aonde encontrava-se o gestor municipal. Edson falou com o prefeito e ele respondeu afirmando que era tudo verdade a respeito do projeto que Edson estava falando e dos materiais que ainda existia os quais estavam guardados na garagem para concluir a obra, porém ia ficar aguardando vim mais recursos para concluir o restante da obra.
Tantico pensava que dessa conversa pudesse sair uma boa solução. Segundo Edson, tantico havia falado antes para ele que se o problema fosse a mão de obra ele ia se juntar com Edson e com o povo e iam pagar para a obra ser concluída. Porém, como o prefeito não permitiu Tantico ficou muito tristonho, mas não baixou a cabeça. Logo que saiu de perto do prefeito Tantico falou para Edson assim: “E agora Edson o que vamos fazer? Então Edson respondeu: “Vamos a Tangará, porque a sede da distribuição de toda a água do Trairi é lá. ” Então Tantico disse: “Vamos amanhã. ”  Resumindo! Foram a Tangará, falaram com o diretor do setor, o senhor Silvestre, o qual aconselhou a os dois a irem a Natal, e aconteceu que foram duas vezes na central da CAERN, falaram com todos os principais representantes e dirigentes daquele órgão e nada de resolver o problema. Não tendo mais para quem apelar falaram com o então deputado federal Jacó e ele resolveu rapidamente o problema, haja vista que era época de campanha política e tanto ele como o filho dele eram candidatos. Veja o que ele falou para os dois! “Essa guerra eu compro” naquele instante, pegou o telefone na frente de Edson e de Tantico e ligou para a CAERN. Concluída a ligação, olhou para os dois e falou para assim: “Está resolvido o problema, já foi liberado e disse em seguida, vou mandar uma equipe lá para medir e saber a quantidade de canos que vai precisar. ” Então Tantico ficou aguardando a equipe ir à sua casa. A equipe foi, almoçaram na casa de Tantico e tudo deu certo. Até agora no Alto da Capela tem água a vontade. Como se pode ver, Edson sempre presente nas lutas em defesa do povo!

A BATALHA PARA LEVAR ÁGUA AO SÍTIO PEDRA PPRETA E AO CONJUNTO SILVINA GUEDES
Na luta para levar água até Pedra Preta e também até ao conjunto Silvina Guedes o ex-vereador Edson Batista esteve também presente, dessa vez sem a companhia de Tantico. A saber, logo que chegou a água da adutora a Japi, quando ele ainda exercia o cargo de vereador pôs no plenário da Câmara Municipal um requerimento cobrando um chafariz para a Capela e um ramal para Pedra preta que foi aprovado por todos os vereadores presentes numa cessão ordinária do referido ano.
Embora já estivesse passado mais de 10 anos, em maio de 2016, novamente próximo as eleições do referido ano, o então vereador Edson Batista entrou noutra luta. Dessa vez, novamente junto a outros companheiros políticos da situação. A luta era para levar água para Pedra preta e ao conjunto Silvina Guedes.
Segundo Edson Batista o grupo que estava com ele nessa outra batalha era composto pelo ex-prefeito Tarcísio Araújo de Medeiros que é uma das principais lideranças políticas de Japi na atualidade e que naqueles dias era um forte aliado do então governador Robinson Farias e do então vice-governador Fábio Dantas. Esteve também com ele a pré-candidata Simone Silva, esposa de Tarcísio, a então presidente da Câmara, Francisca Francineide, esposa do ex-vereador Edson Batista, o então vereador João Maria (Bico de Pato), os suplentes de vereadores: Francisco Cosme (Xixico) e o ex-vereador José Claudino que mora no sítio Pedra Preta. Edson esteve com eles por duas vezes a governadoria quando na oportunidade se reuniram com o então secretário dos municípios, Wdson. Noutras vezes estiveram reunidos noutros dias por mais duas vezes na central da CAERN em Natal. Numa delas esteve com eles o governador em exercício Fábio Dantas que no momento estava substituindo Robinson Farias que estava no exterior.
Vale salientar que os ramais que levaram água para o povoado de Pedra Preta e o conjunto Silvina Guedes foram concluídos graças ao Deus Criador do universo e a esse grupo político que foram à luta em busca de água para essas localidades. Vale dizer também que quem estava à frente dessa última batalha por água foi o ex-prefeito Tarcísio Araújo de Medeiros e o então prefeito Róbsom Wanderley de Medeiros, isso em agosto de 2016.
Como pode-se observar: Edson esteve reunidos com todos independente de bandeira partidária. Era, é e sempre será um guerreiro defensor e presente na comunidade japiense.

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