. Depois da história de Miguel Lourenço conheça a história de Josefa de Araújo
Lima. Quem ela foi e o legado que ela deixou.
. DONA VERSINHA, a heroína da: Liberdade,
independência e progresso da cidade de Japi.
FOTO: JAPI EM FOCO
A
senhora Josefa de Araújo Lima, Dona Versinha como ficou conhecida em Japi,
filha de Aprígio Moreira de Araújo com Rosa Amélia de Lima, nasceu em Moreno,
hoje, cidade de Solânea Município que pertence ao Estado da Paraíba, em 20 de
novembro de 1920. Faleceu em 10 de junho de 1997, quando morava na cidade de
Japi, aonde foi sepultada no cemitério público da referida cidade.
Quando era adolescente estudou
em colégio de freira na cidade que morara com seus pais. Quando jovem veio para
Japi pela primeira vez, no dia do seu casamento. Fato esse que aconteceu no ano
de 1939. A cerimônia do casamento foi realizada na Fazenda Japi de Cima
pertencente ao Coronel Manoel José de Medeiros.
Bonita, inteligentíssima e
alfabetizada, foi assim que as pessoas daquela época definiram o perfil de
Josefa de Araújo Lima quando ela chegou para morar na localidade de Japi.
Naquela época, o casamento era
muito importante para uma jovem. Os pais eram quem ofereciam os filhos para se
casarem com as filhas de amigos que moravam na vizinhança. O exemplo disso foi
o primeiro casamento judicial que ocorreu na região de Japi, o qual se tem
conhecimento. Todavia, José Vicente de Medeiros, o pai de Manoel José de
Medeiros foi quem ofereceu seu filho para casar com Dona Torquata Leopoldina
Tolentino da Costa, que se casaram em 02 de abril de 1902, na fazenda Japi de
Cima.
Seguindo a tradição daquela
época, especificamente no meio de amigos e das famílias mais abastadas, Manoel
José de Medeiros e Torquata Leopoldina da Costa mandaram carta para os pais de
Josefa de Araújo Lima oferecendo seu filho, Francisco Assis de Medeiros para se
casar com a filha deles. Os pais de Dona Versinha concordaram e o casamento foi
realizado no ano de 1939 na fazenda de Manoel José de Medeiros.
Desse casamento surgiu a família
Araújo: 1º Pedro Araújo de Medeiros, 2º Maria Salete, 3º Maria de Lourdes, 4º
Maria José (Dedé), 5º Maria Zélia, 6º Maria Aparecida, 7º Maria Marlene, 8º
José Darci, 9º Francisco de Assis (Nonô), 10º Maria de Fátima, 11º Tarcísio
Araújo.
Na fazenda Japi de Cima, Josefa
de Araújo e Francisco Assis de Medeiros moraram por alguns anos. Lá, ele se
dedicou a agricultura familiar. Ela começou a desenvolver os seus talentos:
interagindo socialmente; demonstrando um espírito solidário; uma pessoa ativa,
desenvolvida e dinâmica.
O primeiro talento a ser
desenvolvida pela jovem recém-casada, Josefa de Araújo Lima foi o de
alfabetizadora. Ela exerceu a função de professora logo após seu casamento. Por
volta de 1940, até o ano de 1958. Segundo sua filha, Maria Zélia de Medeiros,
ela foi à primeira professora da localidade.
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No ano de 1958, ela se tornou
uma defensora do povo e se enveredou na política local. Na política, também
demostrou ser uma pessoa preparada, destemida e conhecedora dos direitos
cívicos e democráticos. Corajosa, sonhadora e persistente, sonhou com um povo
livre. Levou seu projeto as maiores autoridades políticas do estado potiguar e
conseguiu realizar seu desejo de ver Japi liberto de São José do Campestre e se
tornar cidade do Rio Grande do Norte e ter os mesmos direitos que os outros
municípios tinham. Usufruir de todos os direitos e deveres que a cidadania
brasileira oferece a todas as cidades de seu território.
Certa vez, a professora Maria
Zélia de Medeiros me disse: Mãe me falou por várias vezes que não foi fácil
elaborar o projeto de Emancipação Política de Japi. Foi difícil convencer
grande parte das autoridades do nosso Estado a aderirem a esse projeto. Porém,
o mais difícil foi fazer com que todos os membros da família Medeiros
aceitassem esse fato.
Ela disse ainda, houve revolta
por parte dos Medeiros, porque toda a área em torno dos moradores do Núcleo era
uma fazenda de Manoel José de Medeiros. Fundador e dono de uma área muito
extensa onde cultivava a agricultura de subsistência: milho, feijão, fava e
jerimum, intercalados com a cultura de algodão, a maior fonte de riqueza da
localidade. Todavia, toda a riqueza daqui e da vizinhança, advinda do algodão
que era concentrada quase total nas mãos da minoria, (os patrões). Também, na
fazenda de Manoel Medeiros existia a criação de rebanhos: bovino, suíno,
caprino e outros animais.
Na verdade, a família Medeiros
não via com bons olhos essa história de Emancipação Política da localidade de
Japi. Não concordava com a ideia de Josefa de Araújo Lima. Talvez pensasse que
a elevação de categoria de núcleo de moradores a Município viesse trazer um
desequilíbrio no sistema agrícola, um provável declínio na produção do algodão
e uma queda na economia dos donos de fazendas, causado por um possível
deslocamento de uma boa parte das pessoas da Zona Rural para a Zona Urbana, que
de fato eram eles (trabalhadores meeiros) o agente principal realizador do
processo sistemático agropecuário daquela época na localidade de Japi.
Presos numa cadeia
circunstancial, dentro de um sistema agrícola rural vivia a população
camponesa. Só quem podia sobressair bem eram os patrões e seus familiares. A
tendência da população ruralista era viver passiva e subdesenvolvida. Sem
estudo, sem sabedoria, sem sonho e sem Sanches de sair do nível de pobreza.
De certa forma, os patrões
sabiam que muitas coisas que não lhes eram favorável iam surgir com a
Emancipação política de Japi. De fato, aos poucos, aquele paradigma rural,
depois que Japi passou a ser cidade foi mudando paulatinamente. A começar pelo
êxodo rural, que teve seu inicio com a emancipação. Compare os dados dos sensos
demográficos. Na metade do século XX, a
população rural (os que moravam um pouco mais distantes do núcleo dos
moradores) eram dois terço das que moravam junto ao núcleo de moradores. Agora,
a situação se inverteu. A área urbana aglomera dois terços da população rural.
Percebe-se que houve um
verdadeiro êxodo rural. Agora, o povo que antes estava preso com uma corrente e
atados com cadeados dentro de num círculo rural foi libertado e está livre do
outro lado, na Zona Urbana.
Logo após a Emancipação
Política, nos primeiros dois anos, diversas oportunidades de empregos públicos
surgiram e várias pessoas foram empregadas nas áreas: da política, da educação,
da justiça, da saúde, da construção civil e do comércio local. Tanto que hoje,
muitos se desenvolveram na área comercial e saíram do nível de pobreza. Agora,
aqui, todos têm iguais oportunidades de crescer e de se desenvolver em qualquer
área. Especificamente na educação e no comércio.
É importante salientar que,
embora os principais membros da família Medeiros tenha se revoltado contra
Josefa de Araújo Lima, que enfrentou muitos desafios e adversidades, antes da
Emancipação Política e muito mais depois, naquele dia, foi por intermédio dela
que o povo de Japi se libertou e foi vitorioso.
A porta foi aberta. Uma luz
iluminou o caminho que pode levar até o alto da montanha do desenvolvimento
moderno pautado na ciência e na tecnologia. A maioria dos menores junto ao
maior naquele dia gritou. Viva a
liberdade! Graças: a guerreira e a revolucionária heroína que lutou pela
independência e pela liberdade do povo japiense.
Dona Versinha era uma mulher de
vigor, de capacidade e muito sábia. Ela percebeu que o núcleo de moradores de
Japi para se desenvolver precisava se tornar município. Ela foi à luta,
persistiu e conseguiu os seus dois principais objetivos. Tirar a localidade de
Japi da dependência e sujeição imposta por um município e, também, da ditadura
e da passividade de um sistema econômico agrário controlado pelos patrões.
O ápice desta história ocorreu
no dia 18 de maio de 1959, quando o Núcleo de Moradores de Japi viveu e
evidenciou o maior fato histórico do município até os dias atuais. A
Emancipação política. Nesse dia, o então governador do Estado do Rio Grande do
Norte, Dinarte Mariz de Medeiros veio a Japi com muita honra e inaugurou o mais
novo Município do Estado do Rio Grande do Norte e do Brasil. E, a partir
daquele dia ficou marcado nas memórias dos japienses e nos livro de ata da
Câmara dos deputados em Natal um dos maiores capítulos da história de Japi até
o momento.
Nesse dia, Josefa de Araújo Lima,
Dona Versinha, foi nomeada pelas autoridades norte-rio-grandenses presentes
naquele evento, principalmente pelo governador, Diarte Mariz de Medeiros,
prefeita do Município de Japi. Ela foi, portanto, no dia 18 de maio de 1959, o
primeiro gestor do poder executivo desta cidade.
Observação: É justo que o seu nome seja lembrado
especificamente neste dia. Pela sua luta, pela sua dedicação ao povo de Japi,
pela sua solidariedade e por tantos outros atos de bondade e trabalho em prol
do progresso desta cidade.
A senhora Dona Versinha foi uma
pessoa acolhedora e amorosa para com aqueles ou aquelas que se chegavam a ela.
Atuou e se dedicou efetivamente a favor das causas dos menos favorecidos quando
necessitavam de ajuda pessoal ou nas áreas da: Educação, política, saúde,
segurança, religião e outras. Nessas áreas, ela deixou vários legados que estão
sendo praticados até hoje por algumas pessoas de sua família. Veja por áreas.
. Educação – Foi à primeira professora do
município. Atuou nesta área, de 1939 a 1959. Entre os períodos de 1939 a 1959
assumiu uma escola pública (Escola Reunida Cel. Manoel Medeiros). Nessa escola,
durante a semana, ele era professora, diretora e auxiliar de serviços gerais. A
partir de 1959, quem assumiu este legado foi sua filha, Maria José de Medeiros
(Dona Dedé, mãe de Roberto César). Dedé atuou até o final do século XX. Ela
Iniciou como professora contratada pelo Estado e findou quando se aposentou
como diretora. Quando se aposentou dirigia a Escola Estadual Coronel Manoel
Medeiros I, aonde funcionava um ensino de primeira a quarta série do Ensino
Fundamental.
Logo após Dona Dedé, outra filha
de Dona Versinha tentou seguir os passos da mãe. Foi a Senhora Maria Zélia de
Medeiros, Dona Zélia. Esta, revolucionou, modernizou, inovou e desenvolveu a
educação do Município nas décadas de 80 e 90 do século passado.
Foi Zélia que trouxe as
variantes modalidades do ensino de segundo grau para Japi. Na década de 80 ela conseguiu com muito
esforço implantar a modalidade do Logos II, Ensino supletivo magistério
equivalente ao segundo grau. Em 1985 o ensino normal seriado de 1º ao 3º ano
magistério. E, em 2000 o Ensino Médio, que funciona até hoje no prédio da
Escola Severina Pontes de Medeiros. Zélia foi: professora, coordenadora
pedagógica, Secretária de Educação deste Município e diretora da referida
escola.
Do início da década de 80 do
século passado até a primeira década do século XXI, a neta de Dona Versinha,
Rosângela de Medeiros, Danda de Ismael, dava continuidade a esse legado. Ela
foi: professora, coordenadora pedagógico, diretora da Escola Estadual Coronel
Manoel Medeiros II e Secretária de Educação deste Município. Depois, outros
netos de Versinha foram diretores da E. E. Cel. Manoel Medeiros I: Maria
Verônica de Medeiros e William de Medeiros (Uita).
Desde 1990, quem está reinando
neste ofício é o neto de Versinha, Roberto César de Medeiros. Começou na função
de professor, depois coordenador pedagógico e atualmente está na dirão da
Escola Estadual cel. Manoel Medeiros II. Ensino Fundamental de 5º a 9º ano. E,
já é pela segunda vez que ele assume a direção desta escola.
. Saúde – Nesta área Dona Versinha prestou
relevante serviço aos moradores de Japi. Naquele tempo, nesta localidade era
muito difícil o acesso à saúde. Quando alguém adoecia quem socorria era ela.
Josefa Araújo de Lima agia como médica da época, enfermeira e parteira
assistente. Quando o caso era muito grave ela dava um jeito de trazer de algum lugar,
um profissional da área da saúde.
Anos mais tarde, ela comprou
uma casa em Natal. Lá ela passava um tempo e outro tempo em Japi. Ela levava
pessoas enfermas de Japi e apoiava nesta residência. Ela nunca deixou de cuidar
das pessoas desta comunidade, embora nas décadas de 80 e 90 houvesse
atendimento médico em Japi, todos sabem que até hoje, a maior parte dos
pacientes são levados para serem atendidos em Natal.
Embora Dona Versinha tenha
falecido em 10 de junho de 1997, este legado continuou com seu filho Tarcísio
Araújo de Medeiros e com seu neto Róbson Wanderley de Medeiros, que até o dia
de hoje, todos os dias, com exceção do domingo, eles levam a Natal em vários
carros, pessoas que se encontram enfermas em Japi e, são apoiadas nesta casa.
Isso é um dos maiores privilégios que o povo japiense contemplou, contempla e
usufrui. Graças ao legado deixado e mantido pela família Araújo e Medeiros.
Dizem que nos outros municípios não há esse privilégio.
Tarcísio Araújo de Medeiros é o
casula da família, quando Dona Versinha faleceu ele era solteiro e morava com
ela. Afinal, ele cuidou de sua mãe até o dia que ela morreu. Ele aprendeu com ela e, se dedicou também a
ajudar os enfermos de Japi, amenizando a dor e o sofrimento de quase todas as
pessoas que adoecem em nosso Município, sem exceção de cor, raça ou partido.
Este legado é o maior exemplo de solidariedade deixado por Josefa de Araújo
Lima, que continua até o momento ativo por intermédio de seu filho, Tarcísio
Araújo de Medeiros.
Observação: Não conheço em
nenhuma outra cidade do interior do R/N, o apoio e a assistência à saúde das
pessoas de sua cidade, igual fazem os principais representantes da família
Araújo, começando por Dona Versinha e até hoje, este ato de solidariedade e
amor é realizado por Tarcísio Araújo.
. Política – Desde que casou e começou a se
interagir no meio dessa gente Versinha se tornou uma das principais figuras
humana nas inter-relações: sociocultural, religiosa, saúde, justiça e política.
Com essas qualidades podemos dizer que ela foi a principal figura política em
atividade desta localidade naquela época.
Em 1958 ela elaborou o projeto de
Emancipação Política de Japi, e, em 1959 foi vitoriosa quando Japi foi
emancipado. Consequentemente, em 1959 ela foi nomeada a primeira prefeita de
Japi.
Depois dela veio outros
prefeitos. Todavia, este legado foi um exemplo que ela deixou até os dias
atuais. Tanto que em 1972, na campanha política, o seu filho, Pedro Araújo de
Medeiros enfrentou o seu então opositor, “Pininu”. Pedro venceu e atuou como
prefeito de 1973 a 1976 do Município de Japi.
Em 1996, na campanha política,
Tarcísio Araújo de Medeiros enfrentou o seu então opositor, o ex-prefeito
Gentil Pinheiro. Tarcísio venceu e atuou como prefeito de 1997 a 2000.
De julho de 2005 a 2008 Tarcísio
assumiu novamente a prefeitura de Japi. Em 2008 Tarcísio Araújo apoiou o seu
sobrinho Róbson Wanderley de Medeiros. Dessa vez, eles enfrentaram Jodoval
Ferreira de Pontes. Róbson venceu e atuou de 2009 a 2012.
Em 2012 Tarcísio apoio
novamente Robinho, que enfrentou novamente Jodoval Ferreira de Pontes. Róbson
Wanderley venceu e é prefeito de Japi até dezembro de 2016.
Róbson é neto de Versinha e
também mantem o legado que sua avó deixou até hoje. E, com isso, podemos
evidentemente dizer que desde 1996 estamos vivendo um período político chamado,
O domínio político de Tarcísio.
. Justiça – O novo Município precisava de
representação e representantes na área da justiça. O primeiro passo foi dado
quando em 1961 foi criado um cartório judiciário.
Dona Versinha foi nomeada a
primeira tabeliã. Ou seja. Ela foi a primeira representante da justiça no nosso
Município. A segunda tabeliã foi sua filha, Maria de Lourdes de Medeiros. Anos
depois, o seu genro, o senhor Nelson Lopes foi nomeado, oficial de justiça e o
seu filho Pedro Araújo de Medeiros trabalhava no fisco. Embora fosse ligada a
fazenda pública e fiscalização, de certa forma tinha ligação com a justiça
social.
Josefa de Araújo Lima desde o
tempo da Emancipação manteve uma estreita ligação com o setor judiciário na
capital do Estado.
. Religião – Foi ela quem organizou a primeira
festa de São Sebastião em Japi. Esta festa tinha como objetivo especifico de angariar
recursos para construir a capela de São Sebastião junto ao núcleo de
moradores. Quando alcançou uma
quantidade significativa ela deu início à obra que foi concluída nos períodos
de 1945 a 1946.
Além de Dona Versinha ter
organizado a primeira festa de S. Sebastião ela deu início a todos os eventos
ligados às festividades religiosas: procissão, Pastoris, bingos e shows com
bandas de músicos; construiu a primeira igreja, organizou a primeira missa e as
primeiras catequeses.
Embora houvesse uma capela no
alto São Sebastião, que foi construída em 1936 por Manoel José de Medeiros,
essa capela tinha fins diferentes. Para enterrar os falecidos da família
Medeiros.
Observação: Josefa de Araújo Lima foi sepultada
no cemitério público de Japi.
Em 1966 a capela que foi
construída junto ao povoado, por volta de 1946 foi demolida. Dizem que foi por
causa de um formigueiro. Esse formigueiro era muito grande e ninguém conseguia
destrui-lo.
Nesta época, aqui, Dona Versinha
era a figura de maior influência na religião católica. Foi ela a pessoa que
decidiu demolir a capela e foi ela que disse aonde deveria fazer outro templo
católico. Embora tenha encontrado vários obstáculos e adversidades por parte de
algumas pessoas influentes, quanto ao local da construção da nova e atual
capela de S. Sebastião, o que prevaleceu foi a sua palavra e a capela foi construída
aonde ela planejou. Na Rua Manoel Medeiros.
(BATISTA, Edson. JAPI, TERRA
QUERIDA, Natal, 2016).
Este texto foi transcrito do
livro Japi Terra Querida, páginas 43,44,45,46 e 47, que está sendo revisado pelo doutor, escritor
e professor da Universidade Federal do Rio G. do Norte (UFRN), Dr. José Daluz.
Este resgate cultural (o livro)
estará todo em sua íntegra a disposição do povo japiense e nas livrarias do
nosso Estado em breve.
.
ISBN e Ficha
Catalográfica em andamento.
Por
isso, é proibido à republicação deste texto sem autorização.

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