terça-feira, 20 de novembro de 2018

Homem é preso após matar filha recém-nascida em Belo Jardim

Uma recém-nascida de 48 dias foi morta por estrangulamento neste domingo (18), em Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco.

A criança deu entrada sem vida no hospital municipal, durante o atendimento os médicos verificaram vários hematomas no pescoço, a Polícia Militar foi chamada e durante conversa com os pais, a mãe revelou que tinha sido agredida pelo companheiro que também agrediu a criança. O pai identificado como Josinaldo Luiz Silva Bernardo, de 27 anos, confessou o crime e disse que estava nervoso por achar que não era sua filha.

O pai assassino foi autuado em flagrante, será levado para audiência de custódia onde o juiz deve determinar seu recolhimento ao sistema prisional. 

Do Jornal O Binocóculo!

RN tem cinco barragens com danos estruturais considerados 'preocupantes', diz ANA

Cinco barragens do Rio Grande do Norte estão em situação de vulnerabilidade, ou seja, apresentam danos em suas estruturas e preocupam os órgãos fiscalizadores. A informação está no Relatório de Segurança das Barragens (RSB) 2017 da Agência Nacional de Águas (ANA), que foi divulgado nesta segunda-feira (19).
As barragens em risco são a Passagem das Traíras, Calabouço e o Açude Gargalheiras (públicas); além das barragens Barbosa de Baixo e Riacho do Meio (privadas).

A Agência Nacional de Águas alertou que a barragem Passagem das Traíras, que fica em Jardim do Seridó, apresenta desagregação do concreto e descontinuidade no maciço rochoso na ombreira direita. O reservatório está operando com restrição limitando a cota de operação em 185m, de acordo com a ANA. O valor estimado para o conserto é de R$ 1.170.000
O Açude Gargalheiras ou Marechal Dutra (nome oficial), em Acari, um dos mais populares do Rio Grande do Norte, tem fissuras ao longo da sua galeria e do maciço. Para a recuperação, o investimento necessário estimado pela Agência é de R$ 2.840.000.
Já a barragem Calabouço, esta na cidade de Passa e Fica, apresenta trincas ao longo do coroamento e não tem estrutura de descarga de fundo. O relatório apontou que a situação de manutenção é precária, contudo não estumou os custos para reparar os danos.
Privadas

Barbosa de Baixo de Riacho do Meio são duas barragens particulares que também foram inspecionadas pelo Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn) e que têm danos na estrutura. A primeira está com erosão entre o maciço e o muro lateral direito, e a segunda com percolação na fundação. Para estas também não foi apresentada estimativa do valor para a recuperação estrutural.
Números no Brasil
Desde o ano passado, a ANA passou a incluir nos questionários que envia aos órgãos fiscalizadores quais são as barragens que mais preocupam. O número de barragens apontadas como mais vulneráveis no país subiu de 25 em 2016 para 45 em 2017. A maioria dos casos apresenta problemas de baixo nível de conservação, mas há outros motivos como insuficiência do vertedor e falta de documentos que comprovem a estabilidade da barragem. Das 45 barragens, 25 pertencem a órgãos e entidades públicas.
De acordo com a ANA, o Brasil possui um cadastro com 24.092 barragens para diferentes finalidades, como acúmulo de água, de rejeitos de minérios ou industriais e para geração de energia, que foram cadastradas até o ano passado por 31 órgãos fiscalizadores. Boa parte - 9.827 ou 41% - é de barragens de irrigação. Em 2017 houve aumento com relação às 22.920 barragens cadastradas em 2016. Estima-se, porém, que o número de represamento artificiais espelhados pelo país seja pelo menos três vezes maior, ainda segundo a Agência. O total de barramentos será conhecido quando todos os órgãos e entidades fiscalizadoras cadastrarem todas as barragens sob sua jurisdição, conforme estabelece, entre outras obrigações, a Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB).
Via G1/RN
Açude Gargalheiras, em Acari,é um dos que tem danos estruturais
Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

NO ATACADÃO DO JEANS TEMOS O JEANS MAIS DESEJADO PELO O BRASIL...BIOTIPO.


NO ATACADÃO DO JEANS TEMOS O JEANS MAIS DESEJADO PELO O BRASIL...BIOTIPO.

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Imagem do dia

 Recordação: Artur Venâncio

No RN, Governo convoca 413 Agentes Penitenciários

Agentes Penitenciários:

A Secretaria da Justiça e da Cidadania está convocando 413 Agentes Penitenciários para o II Curso de Formação 2018 e provimento de vagas.

Veja aqui a lista dos convocados. Por Roselie Arruda!

Com dívida de R$ 1,5 milhão na campanha, Robinson Faria é o 6º candidato mais endividado do país

O governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD) está entre os candidatos que ficaram mais endividados após as eleições deste ano no país, conforme informações do Tribunal Superior Eleitoral referentes ao primeiro turno. Conforme a declaração do candidato, a campanha gastou R$ 5,5 milhões, mas arrecadou R$ 3,73 milhões, gerando um déficit de R$ 1,51 milhões.
 
G1 RN!

Rombo previdenciário do RN aumentou R$ 300 milhões em dois anos

De 2015 para 2017, o rombo da previdência do Rio Grande do Norte aumentou R$ 300 milhões. Ainda não foi calculado de quanto foi o aumento em 2018, devido ao fato de ainda não ter terminado o ano. 
 
Por Robson Pires!

domingo, 18 de novembro de 2018

Simulação de guerra reúne mais de 100 aeronaves e 14 países no RN

Começa neste domingo (18) e vai até o dia 30, em Natal, a 8ª edição do Exercício Cruzeiro do Sul (CRUZEX) – treinamento militar organizado pela Força Aérea Brasileira (FAB) que simula situações de guerra moderna. Exército e Marinha também participam. Esta edição reúne mais de 100 aeronaves, além de militares e observadores representantes de 14 nações.

Brasil, Canadá, Chile, França, Peru, Uruguai e Estados Unidos estão presentes com militares e aviões. Já Bolívia, Índia, Suécia, Reino Unido e Venezuela participam como observadores. Portugal trará militares de forças especiais e, ao lado de Alemanha e França, ministrará palestras em um seminário sobre o emprego do poder aéreo em missões da Organização das Nações Unidas (ONU).

O exercício permite que os tripulantes treinem o combate aéreo em operações combinadas, ou seja, diferentes países atuando em cenários de conflito de maneira integrada e cooperativa, promovendo a troca de experiências entre os integrantes das forças aéreas participantes.
Aeronaves que participam do CRUZEX decolam da Base Aérea de Natal — Foto: Pedro Vitorino

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Palmeirenses de Japi em LUTO

 Assim como todos da cidade estão entristecidos com a partida inesperada do filho de Issinho, nós da "Família Palmeiras de Japi" também estamos enlutados e decidimos prestar aqui as mais sinceras condolências à família do nosso amigo e irmão. Nosso maior desejo é que Deus venha confortar os corações de todos que choram a dor da morte prematura do menino Keirrison.

A ÚLTIMA ONÇA MORTA EM JAPI: A CRÔNICA DA ONÇA VERMELHA: A CAÇADORA QUE VIROU CAÇA


ESSE NOVO TEXTO É UMA CRÔNICA QUE APRESENTA A HISTÓRIA DA ÚLTIMA ONÇA QUE FOI MORTA NESTE MUNICÍPIO. ESSE ENREDO E OUTROS MAIS ESTÃO INSERIDO NA NOVA EDIÇÃO DO LIVRO QUE EM BREVE LANÇAREI AO PÚBLICO, CUJO ESTÁ SENDO REVISADO. OBSERVAÇÃO: O TEXTO PODERÁ SER ALTERADO.



Segundo o autor do texto essa é a espécie que mataram na localidade de Casinha
A imagem pode conter: atividades ao ar livre e natureza
Foto: André Pessoa

      Francisco Félix (Curica) e Francisco Cosme (Xixico) participaram ativamente dessa real história. Eles foram os principais informantes dessa grande aventura, cuja foi descrita em prosa, numa crônica. O enredo trata com detalhe, senas da luta cotidiana de uma fera selvática que na sua ânsia faminta, com um incontrolável e feroz instinto animal em busca por alimentos e por esconderijo, fugindo das armadilhas dos caçadores e donos de fazendas daquela época.
         Num pouco tempo em que a onça passou por esta redondeza, menos de três meses, foi o bastante para provocar à comunidade: prejuízos, espanto, medo, ira e revoltas aos moradores e criadores de rebanhos. Por causa disso, o então fazendeiro Agenor Targino indignado com a destruição que o felino estava provocando na sua propriedade (uma matança de animais em série), sentenciou a onça de morte. Para tanto, ele reuniu moradores e caçadores na sua fazenda e determinou que queria a todo preço a cabeça da onça em suas mãos. A partir daquele instante, por determinação do fazendeiro a caravana partiu e se embrenhou na mata cactosa à procura do animal feroz.
         Essa onça (onça vermelha ou maçaroca) possivelmente tenha sido mais um animal dessa espécie que fugiu de seu habitat natural, ou seja. Vinda de outro Estado vizinho como: piaui, Maranhão, Paraíba ou Ceará, que solitariamente depois de chegar aqui passou a ser perseguida por caçadores de onças e de veados da região.
        Aqui, o felino viveu seus poucos dias num ambiente conturbado na caatinga japiense, o qual não lhe proporcionava quase nenhum meio para ele se livrar da perseguição armada e mortal dos caçadores, quando o único meio de sobrevivência do felino era se alimentar dos rebanhos dos criadores de animais. Para isso a onça tinha que se aventurar se aproximando dos currais das fazendas de rebanhos de bodes, de ovelhas e de bezerros na tentativa de pegar algum animal para comer. Acredito que esses foram os principais motivos pelos quais esse animal passou a ser perseguido por caçadores e fazendeiros armados com espingardas, que sem dificuldades e sem nenhuma reação por parte da onça, a encontraram e mataram-na num local em que ela se encontrava praticamente presa.  Depois de matarem a única onça que caminhou nas terras de Japi, exibiram partes do corpo dela no meio do povo, de casas e de fazendas, como se fosse um troféu ou marca de heroísmo.

O caçador Curica e Nego de Luiz Severino 
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e pessoas em pé        Veja como tudo se deu: Segundo os informantes, última onça que caminhou na redondeza de Japi, que matou muitas criações e amedrontou a população deste município, especificamente alguns caçadores de animais selváticos, vaqueiros e pessoas que andavam nas matas em busca de alguma coisa, foi a onça vermelha ou “maçaroca”. Esse animal foi morto no ano de 1993. Nesse ano, o proprietário Agenor Targino, que possuía uma fazenda no sítio Casinha, área que fica na parte oriental do município de Japi/RN. Esse proprietário pediu aos caçadores e alguns de seus moradores para irem matar a onça, porque um dia antes, vaqueiros havia encontrado vários bodes mortos na sua fazenda e também tinham visto pegadas da onça próximas aos animais mortos. Os animais mortos teriam sidos sangrados, porém, o restante dos corpos estava sem perfurações.
         Esse animal esteve uma semana antes na localidade do Brandão, na parte ocidental do referido município, onde o experiente caçador e rastejador Manoel Preto (o mitológico caçador de veado do RN.) viu suas pegadas no chão do referido lugar, próximo ao local aonde nesse dia ele tinha acabado de matar uma veada. Dessa vez, Manoel estava acompanhado do amigo Chico de Zefinha Miguel, fato esse que será contado noutro texto deste livro.
         Referindo-se ao trajeto que a onça fez até chegar à onde foi morta, o maior caçador de veado de todos os tempos dessa redondeza (Manoel Preto) disse a mim que este animal havia deixado a área do Brandão e seguido no pé da serra Grande. Mais tarde o felino atravessou as serras dos sítios: Moquém, e Letreiro. Seguindo afrente, passou entre os assentamentos de casinha e Milagres. Segundo o informante, por onde a onça ia passando ia deixando muitos animais mortos. Todos os bichos que ela via matava. Sangrava e deixava o corpo estirado. De fato, ela tinha se tornado o terror daqueles dias. Matava quem atravessasse a sua frente, bebia um pouco de sangue da presa e seguia com destino à nascente. O felino estava incontrolável, matando todos os rebanhos das localidades de Milagre e Casinha.
      
Francisco Cosme (Xixico)
Segundo Xixico, no dia em que mataram a referida onça havia uns cinquentas caçadores a procura do animal. Nesse mesmo dia, partes desses caçadores avistaram a onça numa área que é conhecida por serra do Mente Fogo, próximo do sítio Casinha. Antes, ela foi encontrada num local chamado de pontes da hora. Ali, ela havia matado há poucos minutos uma cabra. Sentindo a aproximação dos caçadores a onça partiu numa vereda e, por acaso veio de encontro com um dos caçadores, cujo quando a viu ela já estava muito próxima dele. Assustado e com muito medo o caçador atirou na direção da onça e ela pulou na mata ao lado. Isso aconteceu às onze horas do dia. O homem que atirou chama-se Zito das Queimadas. A partir daí, estreitou o cerco à procura do felino. Até porque, naquele momento já sabiam que a onça estava ali por perto.
         Vale dizer que o primeiro tiro que deram na onça ela foi atingida, porém o tiro não foi fatal. Embora assim, depois disso, aonde o felino ia passando ia deixando marcas de pingos de sangue para trás, o que facilitou mais ainda a perseguição e o encontro dos caçadores com o animal ferido. Conscientes do ocorrido, rapidamente os homens se separaram fazendo um grande círculo em volto da área em que possivelmente estava o animal.
         Possivelmente por causa do ferimento do tiro que levara, pelo sangue que caia do seu corpo enquanto andava no meio da caatinga sob um sol escaldante, assustada e sentindo pelo seu agudo olfato a presença furiosa dos homens engatilhados que a perseguia por todos os lados com sede de vingança e de morte, o animal perseguidor agora era perseguido sem ter meios de escape.                                                                    
                                                                                                                                                                                  Curica e Edson Batista
         Na carreira desesperada fugindo dos homens ia deixando sinais ainda mais fortes para os caçadores, que a cada minuto que passava estreitava mais o cerco que foi formado em torno da área em que se encontrava o felino. Por isso, percebendo que já não havia chance alguma para ela romper o grande cerco que estava a sua volta resolveu entrar bruscamente numa loca muito estreita que encontrou pelo caminho, aonde seis caçadores chegaram minutos depois acompanhados de uma cachorra, cuja descobriu o esconderijo, ecoou o felino, fez os caçadores voltarem em direção a loca e entrou em luta corporal com a onça, quando quase foi morte nessa batalha sangrenta.   
         Vejam os nomes dos caçadores que chegaram ao esconderijo da onça, os quais participaram de forma direta e indiretamente da matança do felino no local em que ele foi morto: Francisco Cosme (Xixico), Benedito Dantas, “Curica”, “Mudim de Giroime”, Antônio Confessor e Antônio de Creo.  

         No dia em que conversei com Xixico ele me disse que estiveram próximos do lajeiro onde havia uma loca na qual dentro dela estava a onça, porém reconheceu que todos do seu grupo foram muitos displicentes, e que haviam saídos dali sem perceber nada. Mesmo que a cachorra que os acompanhava tenha acuado a onça na loca. Ele disse que logo depois desconfiou um pouco, que também algo ficou batendo em sua mente por não ter averiguado com detalhe toda a área do lajeiro. Embora assim, havia um pressentimento de que o animal estava perto dali. 

          Palavras de Xixico: - Quando íamos saindo a cachorra voltou para perto de nós e nós desconfiamos da maneira como a cachorra se comportava. Ela quase queria dizer que a onça estava ali, na loca do lajeiro. Com isso, todos desconfiamos e resolvemos voltar para averiguar dentro da loca, pois, tínhamos esquecido de olhar direito todo aquele lugar. Ao voltar a direção da loca a cachorra fez carreira na nossa frente e começou logo a coar novamente, na beira da loca. Cismados eu e “Mudim de Giroime” se aproximamos atentos. Quando fomos se aproximando da boca da loca a onça deu um rugido e esturro muito alto e todos sentiram um bafo muito “fedorento”. Eu fui rápido para um lado da loca e Mudim de Geroime foi para o outro, para que o animal não tivesse chance de fugir da loca, pois nela haviam duas saídas”.
           Xixico disse ainda que assim que chegaram à beira da loca perceberam a onça muito nervosa e preocupada com a cachorra. Na fala do informante foi dito que a onça vinha bem devagarinho tentando pegar a cachorra e então a cachorra se afastava para trás. Com isso a onça recuava um pouco. Nessa batalha dos dois animais chegamos e ficamos com os gatilhos das espingardas armados. Assim se expressou Xixico – “Meu amigo num lado da loca e eu do outro”. A cachorra avançou um pouco em direção da onça e ela veio novamente devagar na direção que estava Mudim e a cachorra. Então ele atirou bem próximo da cabeça do animal. Acertou no meio da testa e a onça virou de lado. Ficou só jogando a mão esquerda. Xixico subiu no lajeiro e por uma brecha que havia na parte superior da loca atirou no ombro da onça e ele morreu. Xixico disse que por onde a mão da onça passava parecia um tratou arrastando tudo. Ringia tudo”.
          Na fala de Xixico foi dito ainda que quando Mudim atirou na onça a cachorra pulou em cima dela e agarrou numa de suas orelhas. A mão da onça que se mexia acertou as costas da cachorra, fez um golpe tão grande que os caçadores viam o fígado da coitada. Várias costelas dela ficaram aparecendo - Embora quase tenha morrido a cadela foi uma verdadeira heroína e prova de bravura. Para tanto foi ela quem encontrou a onça e indicou com seus gestos onda de fato o animal estava. A coitada quase morreu agarrado com o felino.
           Na minha percepção, se tinha alguém nessa história que merecia um troféu, esse alguém seria a cachorra. De fato, ela e a onça foram os principais protagonistas deste enredo.
          Ademais, fale salientar que o felino foi morto sem reagir, quando se encontrava preso e a coado numa loca muito estreita, sem defesa e sem apresentar nenhuma ameaça aos caçadores, quando ela não podia nem sequer quase mexer-se e se movia agachada. Ela foi, portanto, a última onça que apareceu nesse local e em toda área do município de Japi.    
         Segundos os informantes, minutos depois de matarem a onça, os demais caçadores começaram a chegar. Então, cortaram um pau de dois metros e meio de comprimento, amarraram os pés e as mãos do felino no madeiro e levaram-na até a sede da fazenda de Agenor Targino que ficava no Sítio Casinha município de Japi/RN. Na varanda e aos arredores do casarão da fazenda do referido proprietário fizeram uma festa e um churrasco com a carne da onça. Durante essa celebração o corpo da infeliz onça foi espedaçado. A cabeça o fazendeiro Agenor Targino, que foi o mandante da caçada ao felino levou para a casa ele, que ficava na cidade de Araruna/PB, aonde ficou sendo exposta aos moradores daquela cidade como se fosse um troféu de honra.
         Segundo Curica, quando ocorreu esse fato o então sargento daqui disse que ia denunciar todos os envolvidos na morte da onça. Quando essa conversa chegou aos ouvidos do fazendeiro Agenor Targino ele mandou imediatamente um recado para o sargento dizendo assim: “Diga ao sargento se ele pagar todos os animais que a onça matou por onde passou eu pagarei a onça”.
          Segundo um dos informantes esse assunto findou ali mesmo e nunca mais se falou nisso até agora. Hoje, tanto o sargento como também o fazendeiro Agenor Targino já faleceu e só resta, portanto, a história dos fatos que ocorreram aqui no nosso município, que foi registrado neste enredo.

          Fato curioso: Chico Curica disse que o povo dizia que quem comer carne de onça nunca mais teria bexiga. Acontece que ele comeu da carne da onça pensando que ficaria curado para sempre, e sabe o que aconteceu? Veja as palavras dele! Deu uma bexiga tão forte em mim que quase morri. Quase não era curado.

Autor: Edson Batista


quinta-feira, 15 de novembro de 2018

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Hoje em Japi!

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Hoje é Feriado Nacional – 15 de Novembro Dia da Proclamação da República

O Dia da Proclamação da República do Brasil é comemorado anualmente dia 15 de novembro e é considerado um feriado nacional.
A Proclamação da República do Brasil foi realizada em 15 de novembro de 1889.
O evento aconteceu no Rio de Janeiro, a então capital do país, por um grupo de militares liderado pelo Marechal Deodoro da Fonseca, que deu um golpe de estado no Império.
15 de novembro
Marechal Deodoro da Fonseca instituiu uma república provisória e, posteriormente, se consagrou o primeiro presidente do Brasil.
O Brasil era o único país independente do continente americano governado por um imperador. A independência do país havia sido conquistada em 7 de setembro de 1822, através da assinatura do decreto por Dona Leopoldina e da ação de Pedro I.

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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Bodas de Ouro: Casal de Japi-RN comemora 50 anos de casamento

São 50 anos unidos, dividindo alegrias, tristezas, conquistas e construindo uma bela família. Foi neste domingo (11) que Ezequias Dantas e Rita Enedino comemoraram juntinhos, meia década de casamento, com a proteção e amor do nosso grandioso Deus. A cerimônia foi realizada pelo pastor Sanderson Magalhães na Igreja Adventista do Sétimo Dia, no centro de Japi.

As bodas de ouro são a comemoração do aniversário de 50 anos de casamento. O ouro é um metal valioso, belo e sinônimo de riqueza e fartura, e no casamento simboliza uma união nobre, que se manteve forte durante todos esses cinquenta anos.

Parabéns ao casal e que Deus continue abençoando toda a família.