Na
amostra cultural realizada na manhã do último domingo (18), a secretaria
municipal de educação em conjunto com outras instituições fez a entrega de
livros, dentre outros artigos culturais. Só que um dos materiais entregues me
chamou muito a atenção. Um livrinho que continha a cópia do hino municipal de
nosso município. Percebi que na parte superior do panfleto, onde apresenta os
autores do hino, havia um suposto ‘’erro’’ ao citar os compositores, pois
praticamente todos os alunos e professores do município de Japi sabem quem
compôs a letra e quem fez a melodia, e eu em outras ocasiões já havia observado
isso. Por não apresentar aquilo que até então eu conhecia, procurei um dos
autores, o professor Edson Batista dos Santos, que também havia percebido o erro
e nos contou que não fez apenas uma participação como diz o panfleto, mas sim,
participou diretamente na melodia da música, e afirmou que teve grande
dificuldade para compor esta melodia, pois a colega que com ele estava, cantava
as estrofes todas iguais a entonação, onde ele preocupou-se em criar um couro
para a música, e aí foi onde surgiu com a sua capacidade musical o refrão da música,
quando diz: ‘’Oh Japi terra querida...
Diante
de todo este enredo, realizamos uma pesquisa nos registros da câmara municipal
de Japi, e foi constatado realmente aquilo que eu sabia. O hino municipal de
Japi foi oficializado pela câmara municipal de Japi e sancionado pelo então
prefeito Tarcísio Araújo de Medeiros, no dia 30 de agosto de 1999, de acordo
com a lei 188/99, que se encontra nos registros da câmara de vereadores de
Japi. Para tanto, é importante salientar que é oficial segundo a lei, a letra
do hino composta por Ivonete Félix e Francisquinha Confessor e a música/melodia
feita por Edson Batista dos Santos e Ivonete Félix. O nome do Sr° Manoel Francisco da Costa não consta nos registros do hino oficial.
Queremos
deixar claro que estamos aqui apenas para esclarecer que fatos como este é bom
que sejam corrigidos para que não se repita mais, para não causar constrangimento
em algumas pessoas, pois isto interfere diretamente na cultura do município, e
espera-se que a cultura seja preservada e não denegrida.
Deixamos
o espaço aberto para quaisquer explicações por parte dos envolvidos.
Veja o que conseguimos em nossa pesquisa:
Por Joabson Silva
Veja o que conseguimos em nossa pesquisa:
Por Joabson Silva
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