O Antagonista destaca hoje boas reportagens sobre aquilo que deve dominar o debate político nos próximos anos: a alta do dólar e a consequente volta da inflação.
Hernon do Carmo, da USP, disse ao Estadão que “se o câmbio continuar no patamar de 4 reais, a perspectiva de inflação para o ano que vem estará mais do que comprometida”.
Fábio Romão estima que, por causa do dólar, os preços no atacado do setor de alimentos encerre o mês de setembro com alta de 3%.
E Salomão Quadros, da FGV, observa que o câmbio já fez disparar os preços dos materiais para a manufatura, que subiram 1,37% até o dia 10 deste mês.
Ramón Aracena, na Folha de S. Paulo, resumiu:
“Como já vem ocorrendo, a deterioração fiscal no Brasil será acompanhada pela elevação do dólar, com reflexo na inflação. O que falta ao país é uma âncora fiscal que corte gastos públicos e que contenha esse ciclo negativo. Não estamos vendo isso acontecer”.
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