A Intel Security realizou um estudo recente no Brasil com crianças e adolescentes de idades entre 8 e 16 anos e constatou que a maioria dos entrevistados (66%) já presenciou casos de agressões nas mídias sociais. E o pior, 21% afirmaram que já sofreram cyberbullying e grande parte das vítimas tem entre 13 e 16 anos.
Segundo a proposta, cada unidade de ensino deverá criar uma equipe de trabalho multidisciplinar, com a participação de professores e alunos, associações de pais e responsáveis.
“O programa pretende envolver a participação, orientação e suporte das Secretarias de Segurança e Educação, Conselhos Tutelares, Vara da Infância e Juventude e demais órgãos de interesse e preservação dos direitos da criança e do adolescente”, destaca Márcia Maia.
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